Embora fosse aquilo que não soubesse definir (mas que negasse veementemente que fosse o tédio), numa tarde chuvosa, percebeu que isso ainda não existia. Assim o fez. Respondendo perguntas, colando fotos, anexos, xerox, tempo, computador, café... Pensou em justificar que não era tédio baseado em como suas "tarefas profissionais" se misturam junto ao que fazia no momento. Mas aí concluiu que suas "tarefas profissionais" eram um cotidiano cheio de tédio. Terminou essa divagação e voltou ao que digitava por recreação. Notou que o irrelevante esforço que fazia para descrever isso era, realmente, irrelevante. Isso porque além desgostar e apagar o que acabou de escrever, vai colar links para os velhos retalhos de comportamento que expõe para outros. Antes de parar, decidiu terminar essa frase.